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Tenho lapsos repentinos que me deixam na dúvida sobre o que é de fato o “gostar de alguém”, e como ele funciona nas pessoas... Quem me conhece sabe que isso não é novo, mas é que eu tenho tentado e não tem dado certo...
Talvez seja meu senso de preservação ignorando todas as possibilidades de uma possível nova “possibilidade”... Já me achei até
pseudo-altruísta a ponto de pensar que fosse minha subconsciência velando um
pseudo-respeito às pessoas que sem querer são envolvidas no meu complexo universo pessoal.
Até que hoje me dei conta de que tenho tudo a favor disso. Cheguei a conclusão de que tenho construído muito mais muros do que pontes, muros altos... O problema é que um possível carisma chega a maquiar esse muro, como se fosse possível dissimular uma cerca eletrificada com arvoretas e arbustos... E sem sequer haver uma plaquinha dizendo: CUIDADO!
Por muito tempo me
auto-eduquei que para qualquer empreitada sentimental era preciso me preservar, mas, a partir de hoje aprendo que talvez seja melhor fazer isso de cara limpa, de peito aberto, e não escondido, sorrateiramente atrás de um arbusto!
Sim esse texto também é um pedido de desculpas... Medíocre, mas é! Por que as vezes o erro é tão grande que deixa a gente bem pequenininho...
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