Estava lendo o blogg do Fábio, e lá ele resolve bem a questão da sinceridade...
Até nos comentários eu fiz questão de salientar o quanto é longa a minha estrada dentro de poucos 24 anos de existência. Não que eu me sinta mais capaz que ninguém. Muito pelo contrário, a sinuosidade com que percorri essa pouca idade as vezes até me limita em alguns aspectos emocionais e sentimentais.
Bem...
O fato é que em dado momento fala-se a respeito de omitir algo ao qual sentimos. Omissão no intuito de preservar, omissão dosada pela sensibilidade.
Digo que essa omissão pode vir a ser cruel em determinados momentos. Digo que omitir alguma coisa, mesmo que não seja algo relacionado a sentimento pode se tornar um fardo.
E quando essa omissão esta diretamente relacionada aos sentimentos, pode culminar em algo que magoe ou algo talvez tome proporções desastrosas.
Para a quem se omitiu? Também. Mas a intensidade das conseqüências é muito maior sobre o omissor.
Omitir, na verdade, é sorver a responsabilidade e possivelmente a conseqüência do fato. E é ai que se peca! Pelo menos foi onde eu pequei.
Não posso generalizar e dizer aos que tomam a decisão de omitir que as conseqüências seriam desastrosas como culminaram comigo.
Mas posso vaciná-los a que em alguns casos, tal conduta é inexata.
Na hora omitir, faça uma projeção de várias possibilidades, e se uma delas acabar mal não omita. Na hora que as coisas acabam mal, ninguém cogita em como elas poderiam ter acabado bem.
Portanto, digo que omissão merece toda cautela do mundo, e mais um pouco.
Quanto à gentileza prevalecer sobre a verdade...
A quem diga que está é a forma mais peculiar e efetiva de corromper alguém!
Mais isso é outro assunto...
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