Vivo só... num turbilhão... de pensamentos...
Isso é um trecho de uma música que me define uns 25% do dia.
Na minha cabeça não “para” nada, e enquanto isso eu estou pensando que nela não “passa” nada... A minha dificuldade para me concentrar é a mesma dificuldade para se desconcentrar do mundo que se passa dentro da minha cabeça.
Por incrível que pareça eu penso muito em amor, penso no quanto sou passional quando alguma coisa ocupa um determinado espaço no meu coração. E acho isso fantástico... Eu acho até que estou precisando de amor dentro de mim. Para alimentar um pouco mais essa comitiva sentimental que corre pela minha cabeça. Para ver se este séqüito faz uma parada dentro do meu peito e deixa a minha cabeça menos passiva desse turbilhão do qual se refere a música.
Quem me conhece sabe que sempre sou “meio” confuso durante e diante a um relacionamento. Mais é essa confusão que me livra de todo o turbilhão que me habita.
Por mais que hajam “possibilidades”, por mais que hajam “probabilidades” não há nada em concreto dentro do meu peito.
O triste é ter que admitir que o espaço talvez nunca seja preenchido por completo...
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