Outro poema, meu de novo, e não tem nome... E dai? É obrigado a ter?
É quando as borboletas começam a voar dentro da nossa barriga.
É quando encontramos a pessoa, e dentro do coração parece que tem um cão que não vê o dono a uma semana.
É escutar a voz, que faz com que o universo se transporte pra dentro da gente, e traz um conforto que de tão grande não dá pra imaginar o tamanho.
É quando agente não vê, que respira a céu aberto e o ar não vem, contrariando as leis da ciência.
É quando dá saudade, e com o coração se faz suco de tão espremido que ele fica.
É quando encostar-se à pele da um calafrio, que faz agente suar no inverno.
É quando lembra do olhar, que faz agente dormir com gosto, como se fosse criança depois de correr o dia inteiro.
É trabalhar alegre, como se todos os dias fossem os primeiros e os últimos da nossa vida.
É sentar e sonhar durante horas com um futuro onde não existe algo de ruim.
É tirarem-lhe o chão em milionésimos de segundo, e sentir-se caindo como chumbo diante de um não.
É dar um salto e encostar-se às nuvens diante de um sim.
É o que mais nos trás alegrias. Sem dúvidas.
É o que pode trazer-nos sofrimento... e dúvidas.
Por que eu me julgo um péssimo escritor!
Por que eu achei que isso descreve "quando me sinto o que sou de verdade"!
Por até ter dito o contrario algumas vezes (durante "agora" assumidos" devaneios)... Mais o bom mesmo é viver.
O texto não é sobre amor nem paixão. É sobre a vida.
Como há vida sem amor e amor sem vida? E vice versa...?
Serão a vida e o amor a mesma coisa?
Ou serão a vida e a coisa o mesmo amor?
Ou a coisa e o amor a mesma vida?...
...(Vida é bom pra quem a tem, mais não a dirige, pois perde-se muito tempo)...
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