Outro poema meio sem jeito...
Vidas minhas
Quantas vezes eu vou cair e ninguém vai me amparar
Quantas vezes vou falar e ninguém vai me escutar
Quantas vezes eu vou bater e ninguém vai me atender
Quantas vezes o céu ira cair sobre mim e ninguém vai segurar
Quanto ainda irei chorar sem ganhar um afago
Quanto ainda irei gritar sem ser escutado
Quanto ainda irei correr sem alcançar alguém
Quanto ainda dentro de mim serei um refém
São as portas que não se abrem diante dos gritos
São os céus que caem diante do amparo
São os choros que ninguém escuta
São os reféns que ninguém segura
São minhas vidas que ninguém viveu
Nem eu!
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