Mesmo me desequilibrando em cima dessa prancha da vida lembro que sou eu...
Eu não, não deixo a peteca cair! E tem horas que cansa e da vontade de soltar!
Mas como dizia aquela pessoa: “A vida é boa!”.
Cabe a mim aproveitar isso, não enfatizando a parte ruim.
Tem horas que bate o desânimo ao tentar interpretar as pessoas lacônicas que surgem em nossas vidas.
A inconstância das pessoas que me cercam é o que me faz sentir desnorteado.
Talvez eu esteja pronto para devorar alguém que não saiba que quer ser devorada, ou até não quer ser... Mas... Estou aqui, todo dia tentando, todo dia buscando... Eu não solto a peteca. Caio da prancha com ela na mão. E o que é não cair na vida? É não ter vivido.
Pois como diz o amigo Filipe: “aprender a não cair já é voar...”.
E é assim a vida... Vou não voando onde quero e preciso... Não voando e segurando uma peteca. Que horas pesa mais e outras menos...
E depois desse texto meio sem sentido só penso em uma coisa... Preciso dividir a peteca com alguém.
Com quem?
Eu sei a resposta... Preciso conquistar o prazer de poder escrevê-la...
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